


ECO CINE NORONHA JÁ TEM VENCEDORES
Após dois dias de evento e nove horas de programação na tela do Teatro
Apolo, no Recife, o ECO CINE NORONHA já tem os vencedores da sua
primeira etapa. O júri especial, presidido pela cineasta pernambucana
Kátia Mesel escolheu os seguintes filmes:
MELHOR ANIMAÇÃO -
Calango Lengo, de Fernando Miller- RJ
MELHOR CURTA DOCUMENTÁRIO - Oikora,de Raimundo Alves - GO
MELHOR MÉDIA DOCUMENTÁRIO - Quando a Maré Encher, de Oscar
MAlta-PE
MELHOR DOCUMENTÁRIO DA MOSTRA - Quanto a Maré Encher, de Oscar
Malta -PE
MELHOR FILME ESCOLHIDO PELO JÚRI POPULAR - Neurônha, de Daniel
Barros - PE
------------------------------------
Recife e Fernando de
Noronha serão sedes do I Festival Internacional de Cinema Ambiental
Festival audiovisual estimular a consciência sobre a necessidade de
preservar o meio ambiente
Para
contribuir com a eco-cidadania e fortalecer o conceito de preservação do
meio ambiente, Recife e o arquipélago de Fernando de Noronha serão palco
do I Festival Internacional de Cinema Ambiental, o Eco Cine Noronha. Na
programação haverá mostras de vídeos sobre meio ambiente, oficinas de
capacitação na área audiovisual voltadas para estudantes e comunidade,
além de apresentações culturais, palestras e exposições sobre o tema. O
festival acontecerá em duas etapas de 10 a 11 de agosto, no Cine Teatro
Apolo, no Recife e nos dias 21 e 22 de agosto, no auditório do Projeto
Tamar, em Fernando de Noronha.
A primeira fase, no Recife, contará com uma mostra competitiva de curtas
e médias metragens, animação e documentário. Os melhores trabalhos serão
escolhidos pelo júri do festival e os vencedores receberão um troféu
produzido pelo artista plástico Emanuel Marques feito em alumínio
reciclado. O júri popular vai escolher o melhor filme. O ganhador vai
acompanhar a segunda fase do ECO CINE NORONHA no arquipélago, onde estão
programadas as mostras não competitivas com apresentação de filmes
vencedores, oficina de capacitação de Cinema de Animação coordenada pelo
cineasta Lula Gonzaga.
Também em Noronha, acontecerá a Oficina de Iniciação à Produção e
Roteiro de Cinema Digital com Kátia Mesel, curadora do festival. Ainda
na ilha, estão marcadas palestras que serão ministradas pelo professor
Fábio Pedrosa, coordenador do Núcleo de Gestão Ambiental da UPE; pelo
jornalista Francisco José, repórter da Rede Globo, pelo cineasta e
produtor Cláudio Savaget, fundador do Projeto Ecologia, que deu origem
ao Globo Ecologia, programa do qual participa como repórter especial. E
também, Cláudio Belline, oceanógrafo e coordenador do Projeto Tamar. A
embaixada da França também participa do festival, com as presenças da
diretora da Cinemateca Francesa no Brasil , Catherine Faudry e a adida
para o audiovisual Brigitte Ayett.
De acordo com Carol Fleischman e Concita Loureiro, coordenadoras do I
Eco Cine Noronha, o evento quer levantar a bandeira para as causas
socio-ambientais. “ O ECO CINE NORONHA é um novo caminho em Pernambuco
para difundir o respeito à natureza tendo como ferramentas o cinema e o
vídeo. O festival foi criado para estimular a consciência sobre a
necessidade de preservar o meio ambiente. Todas as ações tem como fim a
educação ambiental, ”, afirmam.
A edição 2009 do festival terá como parceiros o Projeto Tamar, que
completa 30 anos, TV Globo, prefeitura do Recife e Prefeitura do Recife.
A Chesf e governo do Estado também são parceiros através a administração
de Fernando de Noronha.
Cerca de 200 alunos da prefeitura do Recife vão assistir uma
apresentação especial do ECO CINE Noronha, antes mesmo da abertura
Oficial. São filmes de animação que fazem parte da Cinemateca Francesa,
cuja exibição marcam o ano da França no Brasil. Também será exibido o
filme HOME - Do cineasta francês YANN ARTHUS BERNARD, o título que marca
o cinema ambiental em 2009 e que teve lançamento mundial em junho
passado. Algumas dessas crianças participaram de um vídeo feito em uma
escola municipal no Pina sobre educação ambiental, produzido pela equipe
do Festival.
No dia do evento, o público receberá informações já na entrada do Teatro
Apolo e no auditório do Tamar. O acesso para participar da programação
será gratuito, bastando trocar duas pilhas ou baterias usadas por um
ingresso. Todo material arrecadado será colocado num papa pilhas do
Banco Real. Essas permutas podem ser feitas na segunda feira, 10 de
agosto, pela manhã, na portaria do Teatro. Lembrando que o teatro tem
capacidade para 280 pessoas não sendo permitida a superlotação e a
programação começa às 18h.